(...) - Liesel!
Ela ignorou o chamado.
Venha comer alguma coisa!
Dessa vez, respondeu:
- Estou indo, mamãe.
Na verdade, dirigiu essas palavras a Max, ao chegar mais perto e pôr o livroterminado na mesa de cabeceira, com todo o resto. Ao se debruçar sobre ele, não pôde evitar.
- Anda Max! - Murmurrou, e nem mesmo a chegada da mãe às suas costas impediu-a de chorar baixinho. Não a impediu de tirar um pouco de água salgada do olho e colocá-la no rosto de Max Vandenburg.
A mãe a levou.
Seus braços a engoliram.
- Eu sei - disse Rosa.
Ela sabia... (...)
(P.286)
É a segunda vez que ponho uma passagem sobre Liesel e Max. Mas não me esqueço de Rudy Steiner...Logo ele aparecerá... Talvez seja pq os capítulos que envolvem o homem judeu e a garota alemã, são as que mais me fazem chorar...Talvez pq eu ainda esteja sensivel demais...
Análise do trecho e breve cometário: Liesel anseia para que Max, sobreviva. Apesar do irmão morto praticamente em seus braços, ela ainda não sabe lidar com a morte...E quer saber do mais? Nem eu!
Nota das minhas lágrimas:
-> A primeira vez que postei sobre Liesel: Consultório Médico Cardiologista.
-> A segunda (nesta passagem): Esperando as compras num banquinho de supermercado!
Musica nesse momento em meus ouvidos: Californication - Red Hot Chilli Papers!
Um beijo. Um queijo e até mais ver!
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